"A alma silenciosa que esbravejava emoções com cautela, através da pura eloquência de palavras expostas em um olhar suplicante. Doía-me numa totalidade ímpar e abstrata; quais poderiam visualizá-la? Quiçá, alguns. Porém, certamente, não haveria um ser capaz de compreender a relutância vivenciada por esta a cada mero instante. Não julgo-me coerente, moço cortês que pouco conhecimento extraiu desta vida. Mas, Vitória, sempre fora a haste erguida! De seu nome, a definição magistral. Sucumbia, erguia-se com delicadeza; feito um cisne dançarino, que baila à extensão de um lago; e logo tombava novamente. Neste ciclo jamais aplicara-se um exato término. Mas, ao solo jamais fincara-se. Partia pelo horizonte, exclamando aquilo ao qual sempre pregou crença: No mar da existência, afogam-se apenas, os que possuem medo de nadar!" — Amanda Costa